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Faça dinheiro com seu dinheiro, 5 dicas de investimento imperdíveis

Recebeu o 13º, férias, ou saiu aquele dinheirinho extra? Com essas dicas seu dinheiro vai trabalhar mais para você e com você.

Planejar e conquistar

(Foto: Reprodução/Internet)

Tudo o que você faz para realizar um sonho é importante e como investir o seu dinheiro é uma das principais delas. A escolha mais adequada pode expandir a sua reserva e deixar seu sonho cada vez mais perto da realidade. Suponhamos que seu sonho seja ser independente financeiramente daqui há 15 anos. Para alcançar seus objetivos faz economias e guarda dinheiro, mas investe na poupança, que tem um rendimento extremamente baixo.

Dessa maneira você levará muito mais tempo para chegar no seu alvo do que se tivesse investido na previdência privada, por exemplo, que tem um rendimento mais alto e é mais adequado com investimentos a longo prazo até o resgate do valor.

Curto, médio e longo prazo

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Para os sonhos que você pretende realizar em até um ano (curto prazo) invista em Títulos do Tesouro Direto. Se o prazo para poupar for ainda mais curto, considere a poupança. Já para os sonhos que você irá realizar em até dez anos (médio prazo), como trocar de carro, comprar uma casa ou fazer uma viagem, é mais adequado pensar em Fundos de Investimentos, além de Títulos do Tesouro Direto, CDBs, LCIs e LCAs.

Mas se o planejamento for alcançar seu objetivo em mais de dez anos (longo prazo), como a aposentadoria sustentável com independência financeira, a previdência privada é a que melhor se adéqua. Caso tenha um perfil mais agressivo como investidor, você pode pensar em variar até 10% do valor em debêntures e/ou ações. Não se esqueça de ter sempre cuidado, porque todo valor é muito importante e conquistado com anos de trabalho, deve-se mantê-lo seguro.

Despesas de dezembro e janeiro

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A chegada de uma renda extra é um alívio para muitas pessoas, por exemplo o décimo terceiro salário, pela proximidade do final do ano (período em que os gastos costumam aumentar), as despesas constantes dos meses de dezembro e janeiro, por serem previsíveis, precisam ser consideradas no planejamento pessoal ou familiar anual. Depender do 13º salário para conseguir pagar as contas é um mal sinal e torna-se necessário se educar financeiramente.

Num cenário ideal, todo mundo pouparia esse valor extra para investir. Mas os elevados índices de dividas e inadimplência resultam na dificuldade em administrar as finanças, que reflete no uso de rendas extras no Brasil. Não por acaso, muitas pessoas utilizam o 13º para quitar as dívidas.

Se essa é a situação que você está vivendo, é importante reservar pelo menos uma fatia dessa renda extra e fazer um planejamento para “desafogar”. Quitar as suas dívidas pode (e deve) ser um sonho, mas não o único. Imagine todos os seus sonhos e objetivos e coloque no papel. Esse é o primeiro passo para realizá-los.

1 – Dívidas

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Liquidar dívidas é o primeiro passo para investir, pois o maior retorno sempre está em negociar e liquidá-las, já que não existe investimento que supere juros, principalmente dos grandes vilões , cartão de crédito e cheque especial.

Logo após liquidar todas as suas contas, temos que pensar no leão, o Imposto de Renda, pois quem tem imposto retido durante o ano poderá no próximo ano restituir ou pagar valor adicional. Desta maneira, uma parte do seu dinheiro extra, pode ser aplicada em um plano de previdência privada PGBL no qual a dedução do imposto poderá apenas ser feita no modelo completo de declaração. O programa da Receita Federal já calcula o limite de 12% sobre a renda tributável. Deste jeito, aumenta o valor da restituição ou o valor do imposto a pagar é diminuído.

2 – Tesouro Selic

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O Tesouro Selic é um título público disponibilizado pelo Tesouro Direto. Nessa plataforma você empresta dinheiro ao governo, e o mesmo te remunera por isso. Por ser de retorno “rápido” e muito versátil o Tesouro Selic  é um investimento preferido por muitos consultores financeiros para substituir a poupança, pois permite aplicações a partir de 30 reais.

Como o nome diz, ele remunera um valor equivalente à Selic (taxa que serve de base para os juros praticados no país).

O título do Tesouro Direto é mais indicado para quem quer ter a possibilidade de recuperar o dinheiro aplicado no momento em que você quiser, em uma emergência, por exemplo. Isso acontece porque quem investe não perde dinheiro ao vender o título ou resgatar o dinheiro antes do seu prazo de vencimento.

Financeiramente falando essa é a aplicação mais segura que existe atualmente no Brasil, porque o risco de levar calote do governo é irrisório. Quem quiser investir pode comprar e vender títulos sozinho, através da plataforma do Tesouro Direto, basta abrir uma conta em uma corretora.

Os custos de investir no Tesouro Direto incluem uma taxa de custódia de 0,3% ao ano e mais uma taxa de corretagem, que é variável de instituição para instituição (mas não costuma passar de 2%).

Vale lembrar que quanto maior o valor investido, menos essas taxas interferem no lucro final. Sendo assim vale a pena consultar instituições que não cobram as taxas de corretagem. Você pode conferir as taxas cobradas por cada corretora no próprio site do Tesouro Direto e também ver o passo a passo de como investir.

Vale lembrar que há cobrança de Imposto de Renda sobre o rendimento dos títulos, conforme o tempo que o investidor permanece com eles. A alíquota é variavel entre 22,5% (para resgates em até 180 dias) e 15% (para resgates posteriores a 721 dias). Sendo assim vale a pena deixar o dinheiro rendendo por mais de 721 dias para pagar um imposto menor.

3 – Fundo DI

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Ao aplicar em um fundo DI, você entrega seu dinheiro a um gestor (banco ou corretora) e ele toma as decisões de investimento. Nesse caso, ele só aplicará em títulos do Tesouro Direto e de bancos.

As principais vantagens de aplicar o seu dinheiro em um fundo DI são a facilidade de alguém fazer as escolhas de investimento por você e a liquidez, pois permite o resgate do dinheiro a qualquer momento.

Mas nem tudo são flores, é preciso atentar-se às taxas administrativas (que podem ser bem altas), principalmente se o seu investimento for baixo. No fim das contas, com as taxas, os fundos DI podem ter rentabilidade menor do que a do Tesouro Selic.

É preciso lembrar que, assim como o investimento no Tesouro Selic, o investimento em fundos DI gera cobrança de Imposto de Renda, que varia (22,5% a 15%), conforme o tempo da aplicação.

4 – CDB

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Da mesma forma que você compra um título do Tesouro Direto emprestando dinheiro ao governo, ao comprar um Certificado de Depósito Bancário (CDB), você empresta dinheiro ao banco.

Os CDBs pagam como remuneração a taxa DI (CDI). Essa taxa é popularmente conhecida como a “Selic das instituições privadas”, porque a sua variação acompanha a Selic (atualmente em 14% ao ano). Porém os bancos podem pagar mais ou menos do que 100% da taxa DI.

A principal dica é procurar por fundos que paguem mais do que os 100% da taxa DI (normalmente encontrados fora dos grandes instituições, em bancos médios). Nesse caso, o CDB é mais vantajoso que o Tesouro Selic.

No entanto, se o seu investimento é menor a R$ 1.000 essas não são as opções normalmente ofertadas. Além disso, nem todos os CDBs oferecem liquidez diária (resgate do valor investido a qualquer momento).

Para incentivar os seus clientes a comprarem CDBs, os bancos não cobram taxas de administração. Assim como Tesouro Direto e Fundo DI os CDBs também são tributados pela tabela regressiva do Imposto de Renda.

5 – Criptomoedas

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Você já deve ter ouvido falar de bitcoin e provavelmente também não faça a menor ideia do que seja bitcoin.

Mas afinal, o que é bitcoin? Bitcoin é uma criptomoeda, ou seja, é uma moeda virtual feita de códigos.

Tais códigos são gerados por um sistema integrado de computadores. E diferente do dinheiro físico, não é possível ‘imprimir’ moedas ou cédulas de bitcoins.

O código foi desenvolvido de tal forma que cada bitcoin seja único e quanto mais bitcoins são produzidos, mais difícil fica de gerar novas moedas.

Tão importante quanto a própria criptomoeda em si, é o sistema que a viabilizou. A blockchain é uma rede de mineração e validação que permitiu a criação do bitcoin e de outras tantas criptomoedas, cada uma com seu fim específico.

O Bitcoin é a mais famosa e a mais estabelecida criptomoeda. Apenas em 2017, o BTC subiu mais de 400% e não dá sinais que vai parar.

No inicio de sua produção o bitcoin custava centavos. Hoje (na data dessa postagem), cada moeda vale R$ 56.500,00. Para Saber quanto está valendo agora clique aqui (O valor da moeda é muito instável e em poucos minutos pode desvalorizar e valorizar muitas vezes).

Tendo em vista que o bitcoin já realizou um grande salto de valorização, a pergunta que pode fazer de você o próximo milionário é: qual é o próximo bitcoin?

ATENÇÃO: Este mercado é mais instável do que a bolsa de valores, sendo assim, invista somente o que está disposto a perder, apenas uma pequena parte do seu capital, mesmo porque, nesse universo pequenas quantias podem fazer a diferença aqui. Por exemplo um investimento de R$ 500 na moeda certa podem render mais de R$ 5 mil em um piscar de olhos.

 

Fonte: Empiricus, Terra, Infomoney e Exame

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